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On-line e off-line: publicidade √© integrar a√ß√Ķes

O consumidor on-line demostra o sentimento que tem sobre a marca, seja ele positivo ou negativo. A frase ‚Äúfalem mal, mas falem de mim‚ÄĚ n√£o funciona na internet. Toda marca quer que o consumidor fale bem dela.

On-line, palavra muito utilizada nos dias atuais. Todos est√£o conectados, est√£o presentes. Possuem voz ativa.

On-line

As redes sociais tem um papel muito importante ao falar com o consumidor. As a√ß√Ķes on-line para essas ferramentas devem ser muito bem planejadas e, principalmente, executadas. Ningu√©m gosta de ter o seu espa√ßo invadido ou o prazer interrompido. Tem que ter cuidado e ser prop√≠cio ao momento.

Várias redes sociais fazem parte de nossas vidas on-line: facebook, twitter, pinterest, instagram, linkedin, foursquare entre muitas outras redes que existem ou deixaram de existir. E cada uma exige um planejamento, uma ação e uma execução diferente. Evite utilizar a mesma linguagem nessas ferramentas. Cada uma tem uma característica e, por isso, deve ser tratada de maneira diferente. Aqui entra o entendimento de como o consumidor age e reage e utiliza cada uma delas. Publicidade é entender o consumidor.

On-line não é apenas rede social

As a√ß√Ķes on-line n√£o est√£o restritas somente √†s redes sociais. Os dispositivos m√≥veis (smartphones e tablets), que a cada dia tem maior participa√ß√£o nas m√£os do consumidor, com seus apps e conectividade, servem como meios de comunica√ß√£o para falar com o ele. Esses dispositivos geram uma intera√ß√£o maior entre a marca e o consumidor. A integra√ß√£o das a√ß√Ķes e meios de comunica√ß√£o s√£o mais presentes nos planejamentos das marcas.

Para aquele consumidor que est√° na rua, ou sem energia el√©trica, acabou a bateria do dispositivo m√≥vel, n√£o se importa muito com a internet (caso raro) e suas redes sociais ou n√£o pode acess√°-las por diversos motivos, a maneira para atingi-lo √© pensar e executar as a√ß√Ķes off-line.

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O consumidor n√£o est√° apenas on-line

An√ļncios em jornal, revista, outdoor, r√°dio, TV, etc continuam sendo muito importantes. E aqui voltamos a falar: o importante √© entender como o consumidor pensa, age e reage ao que √© falado, transmitido. Isso ao falarmos das a√ß√Ķes conhecidas como convencionais. As a√ß√Ķes de interven√ß√£o urbana atraem a aten√ß√£o do consumidor, porque elas v√£o ao encontro do p√ļblico onde quer que ele esteja. Esse p√ļblico deve perceber a marca como √ļnica, lembrar dela e, mais que tudo, deseja-la.

 

Entenda o passo-a-passo para definir o seu p√ļblico-alvo

Publicidade n√£o tem f√≥rmula, o consumidor √© diferente e convergente. As a√ß√Ķes que foram feitas ontem podem n√£o ter o mesmo efeito hoje. As marcas devem reciclar, repensar e ir al√©m do convencional. Precisam estar preparadas para ouvir os seus consumidores, interagir com eles e, tamb√©m, saber falar com eles.

Atente-se ao seu consumidor. √Č nele que voc√™ deve pensar antes de executar qualquer a√ß√£o.